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Diego Artur — dev real do ABM

Pelo apontamento real, Diego é o dev do ABM. Ana aparece como assignee burocrática em muitos cards, mas o trabalho de execução está no Diego. Isso é o sinal clássico de bus factor 1: o squad funciona porque uma pessoa segura.

A boa notícia: o padrão semanal dele é estável (sem picos absurdos), e a capacidade fica abaixo do teto. Não está em burnout iminente — está em monopólio silencioso.

154.2h
horas 6w
lifetime 950.9h
64.2%
capacidade
240h base 6w
36
cards touched 6w
qualquer log
114
cards majority effort
Diego >50% das horas

Horas por squad — janela 6w

Onde {nome} gasta tempo de verdade. Filtrado para ABM/MWM/Mercosul.

Padrão semanal — horas/semana

Tendência 6w. Picos = pico de demanda, vales = férias/folga.

Top 10 projetos por horas (lifetime)

Cores por squad: ABM azul · MWM verde · Mercosul roxo. Concentração revela bus factor.

Onde as horas vivem — breakdown por fase (6w)

work=execução · wait=fila/intake · delivered=publicação · post=fora do funil.

Lead times dos cards onde Diego é majority effort

81/114 cards majority entregues (71%). Linhas p50/p85.

  1. Pair programming Diego × Ana em 2 cards/sprint. Ana já tem contexto (é assignee), falta só executar com ele junto. Não precisa virar dev — precisa virar backup.
  2. Documentar ABM as a system, não as tasks. Cada Diego-only card é uma dívida de onboarding futuro.
  3. Identificar o top 3 de “Diego knows”: ABM Brasil Manutenção concentra a maior parte das horas dele. Mapear quais sistemas só ele sabe mexer.
  • “Cards touched 6w” usa proxy h_in_window > 0 no card (sem linkagem direta TT→card no raw porque ticketId vem null no Ekyte). É o melhor sinal disponível.
  • “Majority effort” usa horas lifetime do card, não janela — porque muitos cards são longos e o effort é histórico.
  • Capacity 240h ignora férias/feriados/reuniões internas.