Ana Julia — gerente multi-cliente
Ana é gerente, não dev. O squad ABM é menos de 15% da capacidade dela na janela — e ainda assim ela é o rosto burocrático de quase todos os cards. O risco aqui não é capacidade dela: é a leitura errada que o board induz quando alguém olha “assignee”.
Esse desalinhamento é o que torna o ABM ilegível pra alguém de fora: o assignee diz “Ana”, mas a hora real está em “Diego”. Decisões de carga, escalonamento e backlog ficam tortas se basear no campo errado.
lifetime 200h
240h base 6w
qualquer log
Ana >50% das horas
Horas por squad — janela 6w
Onde {nome} gasta tempo de verdade. Filtrado para ABM/MWM/Mercosul.
Padrão semanal — horas/semana
Tendência 6w. Picos = pico de demanda, vales = férias/folga.
Top 10 projetos por horas (lifetime)
Cores por squad: ABM azul · MWM verde · Mercosul roxo. Concentração revela bus factor.
Onde as horas vivem — breakdown por fase (6w)
work=execução · wait=fila/intake · delivered=publicação · post=fora do funil.
Lead times dos cards onde Ana é majority effort
6/11 cards majority entregues (55%). Linhas p50/p85.
Movimentos sugeridos
Section titled “Movimentos sugeridos”- Separar assignee em “gerente do card” vs “executor”. Ekyte não distingue — vira na ferramenta ou via convenção (tag, prefixo).
- Capacity check de Ana cruzando todos os clientes dela. O ABM é só uma fatia — o que mais ela toca? Sem isso, o gerente vira gargalo invisível.
- Validar com Ana a tese: ela se vê como gerente ou dev? Se gerente, o board está mentindo no campo assignee.
Caveats
Section titled “Caveats”- Lifetime de Ana fora dos 3 squads do diagnóstico não aparece aqui — ela pode ter horas em outros workspaces Mukutu que não entram no recorte.
- Cards majority dela tendem a ser cards onde ela fez QA/revisão substancial (única logger), não dev pura.