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Ana Julia — gerente multi-cliente

Ana é gerente, não dev. O squad ABM é menos de 15% da capacidade dela na janela — e ainda assim ela é o rosto burocrático de quase todos os cards. O risco aqui não é capacidade dela: é a leitura errada que o board induz quando alguém olha “assignee”.

Esse desalinhamento é o que torna o ABM ilegível pra alguém de fora: o assignee diz “Ana”, mas a hora real está em “Diego”. Decisões de carga, escalonamento e backlog ficam tortas se basear no campo errado.

26.1h
horas 6w
lifetime 200h
10.9%
capacidade
240h base 6w
18
cards touched 6w
qualquer log
11
cards majority effort
Ana >50% das horas

Horas por squad — janela 6w

Onde {nome} gasta tempo de verdade. Filtrado para ABM/MWM/Mercosul.

Padrão semanal — horas/semana

Tendência 6w. Picos = pico de demanda, vales = férias/folga.

Top 10 projetos por horas (lifetime)

Cores por squad: ABM azul · MWM verde · Mercosul roxo. Concentração revela bus factor.

Onde as horas vivem — breakdown por fase (6w)

work=execução · wait=fila/intake · delivered=publicação · post=fora do funil.

Lead times dos cards onde Ana é majority effort

6/11 cards majority entregues (55%). Linhas p50/p85.

  1. Separar assignee em “gerente do card” vs “executor”. Ekyte não distingue — vira na ferramenta ou via convenção (tag, prefixo).
  2. Capacity check de Ana cruzando todos os clientes dela. O ABM é só uma fatia — o que mais ela toca? Sem isso, o gerente vira gargalo invisível.
  3. Validar com Ana a tese: ela se vê como gerente ou dev? Se gerente, o board está mentindo no campo assignee.
  • Lifetime de Ana fora dos 3 squads do diagnóstico não aparece aqui — ela pode ter horas em outros workspaces Mukutu que não entram no recorte.
  • Cards majority dela tendem a ser cards onde ela fez QA/revisão substancial (única logger), não dev pura.